Consórcio como investimento: faz sentido?

Consórcio não é aplicação financeira — não rende juros como um CDB. Mas ele é uma das ferramentas mais interessantes para construir patrimônio, e é assim que o investidor deve olhar para ele.

A lógica é simples: o consórcio te dá acesso a um crédito de custo baixo, sem juros. Se você transforma esse crédito em um ativo que gera renda — um imóvel para alugar, um caminhão que roda, uma sala comercial — a conta muda de figura. O bem trabalha enquanto você paga as parcelas.

Outra frente é a estratégia de lance. Quem tem recurso disponível pode usar o lance para antecipar a contemplação, encurtando o tempo até ter o crédito na mão. Em vez de gastar a reserva comprando o bem à vista, o investidor usa parte dela para destravar um crédito maior.

Há também a alavancagem: com o mesmo capital, é possível manter mais de uma cota e construir patrimônio em paralelo, respeitando sempre a sua capacidade real de pagamento — esse é o limite que não se negocia.

Nada disso é automático. Depende do prazo, das regras do grupo, da administradora e, principalmente, de o plano estar alinhado ao seu objetivo. Consórcio mal escolhido não vira investimento, vira dor de cabeça.

Se você pensa em consórcio como ativo e não só como forma de comprar, vale conversarmos — é o tipo de estratégia que precisa ser montada sob medida.

Fonte

Este conteúdo foi produzido pela VFC com base no material da ABAC — Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Leia o artigo original: Consórcio é investimento?.

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