Consórcio ou financiamento: qual compensa mais?

Essa é a comparação mais pedida — e a resposta honesta é: depende de quando você precisa do bem.

O financiamento te dá pressa. Você compra hoje e paga depois. Em troca dessa antecipação, o banco cobra juros, que ao longo dos anos podem representar uma parte enorme do valor total pago. É a escolha de quem precisa do bem agora e aceita pagar por isso.

O consórcio te dá economia. Não há juros — há taxa de administração, que remunera a empresa que organiza o grupo e costuma pesar bem menos que os juros de um financiamento longo. Em troca, você abre mão da pressa: pode ser contemplado logo por sorteio ou lance, mas não há data garantida.

Na prática, o consórcio costuma vencer em três situações: quando você tem tempo e quer pagar menos; quando quer formar patrimônio com disciplina; e quando pretende dar um lance para antecipar a contemplação, usando recurso que já tem guardado.

Há ainda um detalhe que pesa a favor: quem é contemplado compra à vista. Poder de compra à vista costuma abrir desconto na negociação do imóvel ou do veículo — um ganho que raramente entra na conta de quem só compara parcelas.

Também existe o caminho do meio, que muita gente desconhece: comprar uma carta já contemplada, que resolve a questão do prazo mantendo o custo do consórcio.

Quer ver os dois cenários lado a lado com os seus números? É isso que eu faço na simulação.

Fonte

Este conteúdo foi produzido pela VFC com base no material da ABAC — Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Leia o artigo original: Consórcio é financiamento?.

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