Lance é a ferramenta que você tem para antecipar a contemplação. Mas não existe um só tipo — e escolher o formato certo depende do dinheiro que você tem disponível e da pressa que você tem.
Lance livre. Você define quanto quer ofertar. Vence quem oferecer o maior percentual naquela assembleia, conforme as regras do grupo. É o formato mais competitivo: dá liberdade total, mas exige leitura do comportamento do grupo para não ofertar demais nem de menos.
Lance fixo. A administradora estabelece um percentual pré-definido. Todos que ofertam aquele valor concorrem entre si, normalmente com sorteio entre os empatados. É mais previsível para planejar — você sabe exatamente quanto precisa.
Lance embutido. Aqui está a solução para quem não tem dinheiro separado. Parte do próprio crédito é usada como lance. Na prática, você é contemplado usando o seu crédito futuro — o que significa que a carta que você vai receber fica menor, já descontado o valor embutido.
Esse último ponto é o que mais gera confusão, então vale reforçar: no lance embutido você não tira dinheiro do bolso, mas recebe um crédito menor. É uma troca, e ela precisa caber no seu objetivo — se o valor reduzido não compra o bem que você quer, a estratégia não serve.
Nem todo grupo oferece todos os formatos, e os percentuais permitidos variam conforme o contrato. Antes de escolher o plano, vale mapear qual estratégia de lance você pretende usar — eu ajudo nessa escolha.
